sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Dezembro. O mês especial.

Definitivamente este é o meu mês. O ultimo do ano e o mais cheio.

Neste mês tenho tudo. Tenho feriados, tenho aniversários importantes para celebrar, tenho azevias e filhoses, tenho desculpa para aumentar o colesterol e engordar, tenho presentes para oferecer e receber, tenho festas, tenho subsídio, tenho a quadra festiva que mais gosto, tenho a casa decorada em tons brilhantes, tenho a cena do nascimento de Jesus Cristo em pela sala, que me envaidece pelo tamanho e beleza que lhe encontro, tenho algazarra em casa enquanto se espera ansiosamente pela visita do Pai Natal que teima ano após ano em não se deixar ver mas que é capaz de levar o mais bruto dos adultos a regredir á dócil infância enquanto espera que o próximo embrulho anuncie o seu nome. Fico assim tal e qual. Criança, inocente e meio parvo tendo em conta o meu tamanho. Cá em casa é assim. Quero ser o Pai Natal de serviço, não, melhor, quero antes ser o menino que tenta apanhar o Pai Natal enquanto este deixa os presentes. Nunca o consegui apanhar em pequenino mas de há sete anos para cá que todos os Natais tenho tentado novamente. Espero que a minha Pinokinha não o apanhe antes de mim.

É o mês com mais luz á noite, com mais tolerância, com mais alegria, com mais “fartura” mesmo para os que tem pouco. È a recompensa pelos outros onze meses em que abunda o contrário de tudo o que tem Dezembro.

É o mês que tem a noite de consoada, a noite em que mais vezes olho para a mesa com olhos de ver e me pergunto “porque te queixas tu?”.

Este mês para mim, é só mágico.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Como a resposta era comprida...

Ainda relativamente ao post anterior e como havia muito a dizer em resposta aos comentários a ele feitos, resolvi fazer este post e colocar assim uma questão a quem quiser responder.

Então é assim:

Como sou um democrata e ainda não bebi hoje, aceito as opiniões contrárias à minha, contudo, e agora a sério, é bom não esquecer que não existe em Portugal alguém tão completo no entretenimento como ele.

Quanto ao humor, é relativo. Há quem ache graça aos Malucos do Riso ou aos Batanetes, há quem prefira os Contemporâneos aos Gatos Fedorentos, há quem não simpatize minimamente com o Fernando Rocha e se desmanche a rir com o Quinzinho de Portugal, etc., porém desde a época gloriosa do Teatro Revista que nenhum deixou uma marca tão forte até hoje no humor Português como ele. Na minha opinião o Herman goza ainda de um privilégio, é que nada do que foi feito até agora por outros foi diferente do que ele já fez. Conseguiu ainda a criação de dezenas de personagens incluindo no último e famigerado programa Hora H, que serão recordados para sempre com as suas expressões originais em forma de chavão.

De qualquer forma reafirmo que no humor tal como na música e noutras áreas, tudo é relativo, é uma questão de gosto.

Já agora, aceito sugestões de alguém que considerem poder um dia aspirar à coroa dele.

Quando acharem um candidato convêm não esquecer todas as vertentes artísticas. Afinal querem reformar “ The One Man Show”.


segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Vi o Rei!

Este Sábado senti-me privilegiado por poder assistir a tamanho espectáculo no Tivoli.

Já o calculava enorme, foi só a confirmação.

Duas horas a rir com pequenos intervalos deliciados com músicas espectaculares acompanhadas pela orquestra do Pedro Duarte.

Um espectáculo com a casa completamente cheia e que não deixou de parecer íntimo e só para amigos.

Anedotas, histórias pessoais, pseudo-jet 7, imitações, musica a solo e acompanhado, bonecos por ele criados há 25 anos, e o improviso que ninguém iguala na arte de o fazer, a manter um espectáculo de duas horas vivo e com pedalada para outras tantas sem se repetir.

Para quem ainda tem duvidas que o título de “Rei do humor nacional” lhe assenta que nem uma luva, aconselho a assistir a um espectáculo ao vivo.

Para mim foi pura e simplesmente fantástico. Pagava para ver novamente mesmo que igualzinho.


PS – notou-se muito que sou fã incondicional?

Bilhete



Durante o espectáculo



Tivoli à saída



Tivoli à saída



Av. Da Liberdade à saída


quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

O lado B de um grande passeio.

Tal como contei no post anterior, fui dar um passeio ao Minho e como tudo na vida, o que é bom tem um lado menos positivo.

Neste caso e como não podia deixar de ser, a parte negativa tem a ver exactamente com quem nos governa e nos suga dinheiro até ao tutano, com quem já nos governou e vai roendo o tutano através das empresas privadas para onde foram depois de governar ou de onde virão para nos governar.

É certo que tento não valorizar muito a questão se não nem me fazia proveito o fim-de-semana, mas quando vejo o extracto da conta inevitavelmente dá-me uma fúria.

Fiz o percurso para Braga com início na auto-estrada em Queluz, o regresso foi exactamente pelo mesmo caminho. Apanhei por diversas vezes em dezenas de quilómetros, obras e mais obras que duram há séculos. Todos sabemos que nestas condições a insegurança aumenta e muito, mas para a Brisa é como nada se passasse e o valor da portagem é exactamente o mesmo. E quando nós pensamos em beneficiar finalmente com justiça de uma lei que quem nos governa apregoou criar para nos proteger, leio isto e chego à conclusão que o povo foi enganado mais uma vez com leis criadas apenas para fazer volume e não para serem cumpridas.

Meus amigos, o custo total de portagens para passear em Portugal mais precisamente no trajecto Queluz – Braga - Queluz é de € 49,30 para a classe um. Agora juntamos mais a gasolina, no meu caso até fiz uma média razoável mas não me livrei de pelo menos € 70,00 que foram direitinhos para a gasolineira.

O resto do dinheiro que gastei não o choro, gozei-o e ajudei com toda a certeza as micro-empresas do meu país. Agora o das deslocações… são facadas.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Já tinha saudades...

Fui matar saudades de uma das zonas do país que mais gosto. O Minho.

Já não o visitava há algum tempo e aproveitei este fim-de-semana grande para lá dar um saltinho. Na verdade serviu apenas para aguçar ainda mais o apetite de uma estadia maior. E com certeza não levarei tanto tempo outra vez sem lá ir espairecer.

O único senão e que me deixou deveras desconsolado, foi o facto de além de já não haver neve por aquelas bandas, chover o sábado todo. Mas a cântaros!

Braga continua uma cidade bonita e acolhedora mesmo com chuva, o Gerês continua indescritívelmente lindo, com os tons dourados e amarelos da época, misturando-se com o castanho e o verde abundante da paisagem.

Consegui rever aquele cenário espectacular no sábado mas devido ao mau tempo apenas o consegui fazer de dentro do carro e assim não tive possibilidade desta vez de fazer um registo fotográfico do Gerês, mesmo que pequenino fosse.

Consolei-me com um bacalhau ao almoço em Stª Maria de Bouro de comer e chorar por mais. Ah! e lá estavam na mesa as famosas Papas de Sarrabulho acompanhadas de belos rojões e um verde fresco.

Resumindo. Mesmo com mau tempo valeu a pena visitar o Minho e as suas gentes sempre simpáticas.


Fica aqui algumas das pouquinhas fotos que ainda consegui tirar em Braga.






sábado, 6 de dezembro de 2008

Reflexão a uma simples lei lógica que vira ilógica com frequência.

Existe um processo em tribunal. Acusação e defesa, ambas têm testemunhas.

As testemunhas juram falar a verdade e só a verdade, sob pena de incorrer num crime de falsas declarações.

A partir daqui sem nos dar conta, um simples processo pode transformar-se numa avalanche de crimes e que coerentemente deveriam originar novos processos. Seria uma espiral sem fim.

Quando se dá razão a uma das partes é porque se desacredita a outra. E que pretexto serve para uma desvalorização da prova? A incoerência, a falta de consistência ou lógica da declaração, em suma, a presunção da falsidade do testemunho. Logo, numa lógica simples deveria ser iniciado um processo contra quem foi desacreditado e jurou dizer a verdade.

Numa sentença não existe “assim-assim”, ou se condena porque se faz prova, ou se absolve porque não foi suficiente. Não foi suficiente porquê? Ninguém diz em tribunal “Eu só vi um bocadinho do tiro…”, “Ah eu só ouvi meio grito…”, é possível afirmar que não viu, não ouviu ou não se lembra, mas quando alguma testemunha conta uma história convicta do que diz e a sua parte perde em tribunal tendo como base o seu depoimento, então mentiu segundo a lógica.

Agora o mais cruel. Quem decide o mentiroso é a competência ou incompetência de um juiz. Sim, porque nem todos são justos como se exige.

Posto isto, e depois de meditar sobre o assunto chego à conclusão de como é bom que por vezes a lei lógica dos homens seja convertida à imagem de quem a cria, os ilógicos.

PS – Já se acabava com o “ Juro dizer a verdade e só a verdade…”

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Desafio.

E pronto, missão cumprida quanto ao desafio que a Angelik me lançou.

O Desafio consiste em:


- Escrever uma lista com 8 coisas que sonho fazer;
- Convidar 8 parceiros(as) de blogs amigos para responder;
- Comentar no blog de quem nos convidou;
- Comentar no blog dos nossos(as) convidados(as), para que saibam da “convocatória”;
- Mencionar as regras.

No meu caso não tenho muitas ambições mas estas são de facto algumas coisas que tenciono conseguir.

1. Continuar a divertir-me
2. Voltar a ter mota
3. Comprar uma autocaravana
4. Ter uma moradia
5. Conhecer a Disneyland
6. Conhecer o México
7. Estar mais tempo com a família
8. Dar uma bofetada ao José Castelo Branco



Agora 8 vitimas:

Alfabeta
Diamante Azul
Bem Bonito
Blueminerva
Estafermococus
Mariazinha
Momentos Escritos
Odeio o Travian

É óbvio que só aceita o desafio quem quer. Se não o fizerem prometo que não vos castigo.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Uma questão de informação.

Num destes dias enquanto dava a minha voltinha pelo mundo da blogosfera, eis que entro no blogue Arrastão.

O tema do post na altura era a Câmara de Lisboa e o chumbo na Assembleia Municipal da proposta para uma rede de bicicletas partilhadas na cidade. Um tema muito comentado também noutros blogues.

Após ler o texto escrito por Daniel Oliveira, em que foi inserido trechos de uma informação via comunicação social, despertou-me a atenção pela forma como foram mencionados os dois partidos em causa na notícia.

Tratava-se do chumbo de uma proposta pelo PSD com a descrição dos motivos que levaram a tal decisão e entre parênteses ao lado da sigla PSD aparece “e o PCP”, como se o PCP tivesse os mesmos motivos para o chumbo da referida proposta.

Entretanto na caixa de comentários fiz o reparo ao Daniel Oliveira, e disse que devia mencionar a razões do PCP tal como havia feito com o outro partido. Após insistência minha revelou que de facto não sabia qual o motivo para o voto contra do Partido Comunista, que apenas o tinha referido porque assim estava na notícia que tinha lido. Aproveitou e pediu que fosse eu a informar em vez de criticar, insinuou que provavelmente não o fazia porque me dava muito trabalho, ao que respondi que não tinha informação privilegiada por isso não o tinha feito, e que insisti no assunto porque lendo o post dava ideia que um partido estaria implicitamente conectado com outro naquela decisão.

Após isto e como ali não fiquei informado solicitei directamente ao PCP os esclarecimentos, os quais me foram gentilmente fornecidos dando-me assim a possibilidade de informar também o Arrastão.

As observações que fiz e a resposta que obtive no Arrastão relativo ao post em causa, estão nos comentários: 30;54;55;58 e 64.

Para quem possa colher daqui algum benefício a nível de informação, aqui fica a resposta com os motivos do voto contra que a comunicação social na sua generalidade não informou.


Exmo Senhor,

Conforme solicitado enviamos esclarecimento sobre o voto contra do PCP na proposta nº 971/2008.

No passado dia 24 de Setembro foi votada a proposta nº 830/2008 (Aprovar autorizar a escolha do Procedimento por Diálogo Concorrencial, tendente a criação e implementação de uma Rede de Bicicletas de Uso Partilhado, bem como aprovar o Programa de Concurso e Memória Descritiva) tendo sido foi aprovada com os votos favoráveis do PCP.
Em sequência da votação desta proposta os vereadores do PCP fizeram a seguinte proposta (830-A/2008): “Garanta, em paralelo com aquela proposta, a clarificação do conceito de “vias cicláveis” e respectivas características, exigências e regulamentação e, consequentemente, a preparação das infra-estruturas necessárias que permitam a circulação, nos diferentes modos de utilização, em condições de segurança.” A proposta foi aprovada pelo Executivo Camarário. Esta posição indica claramente que o PCP é favorável à implementação de vias alternativas ao trânsito automóvel.
A proposta esteve inicialmente agendada para discussão em Assembleia, mas infelizmente foi substituída pela presente, a Proposta 971/2008 (Criação e implementação de uma rede de bicicletas de uso partilhado em Lisboa), que levantou uma série de questões. A proposta foi analisada na Comissão Permanente de Urbanismo e Mobilidade, e foi parecer da Comissão recomendar à Assembleia Municipal que a proposta fosse rejeitada.
O voto contra do PCP tem a ver sobretudo com o acordo plasmado, de contornos pouco esclarecedores, que envolve um encargo de 50 milhões de euros do dinheiro público com uma repartição de encargos por 10 anos, que não tem qualquer espécie de fundamentação, bem como, com as questões de circulação e segurança dos utilizadores que não podem ser negligenciadas.
Mais uma vez esclarecemos que este facto evidencia que o PCP valoriza a utilização de meios de transporte alternativos, ecologicamente sustentáveis, mas que está contra a forma como o processo tem vindo a ser conduzido.

Atenciosamente,

Pelo Gabinete Municipal do PCP
Isaura Lobo

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Sou um homem corajoso!


Se não vejam,



Era assim





Ficou assim








Acho que vou entrar em depressão........

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Já que meteu uma pata na poça, porque não há-de meter a outra?

Pergunto-me que mal terá feito o FCP ao jornal Record.

Se há forma errada de corrigir um erro, é cometer outro propositadamente para justificar o primeiro.


Edições de 25.11.2008 e 26.11.2008

Não acredito que esta atitude seja para agradar ao Sporting. É claramente para justificar o disparate que foi feito na anterior jornada da Liga dos Campeões.

Não simpatizo com FCP, de todo, mas em coerência com a minha opinião já aqui declarada, condeno o facto de não ter sido dado um destaque decente na primeira página de ontem do Record ao FCP devido ao jogo que ia realizar, um importantíssimo desafio para a continuidade da equipa na Liga dos Campeões, assim como hoje mantiveram um alheamento estúpido ao resultado do jogo de ontem.

Hoje refiro o Record, mas os outros dois corporativistas da concorrência são iguais. Reles mercenários.


Fotografia.

Especialmente para quem gosta de fotografia e imagem.

Dêem um saltinho até este site e fiquem deslumbrados com a criatividade de alguém que faz dos alimentos paisagens e não só.


Deliciem-se.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Desafio.

A Pandora desafiou-me e eu que sou um corajoso aceitei.

Confesso que este tipo de desafio parece mais simples à partida do que se revela depois. De qualquer forma está cumprido.

O desafio é o seguinte: colocar uma foto individual; escolher
uma banda/artista de eleição; responder às perguntas com títulos de canções da banda/artista escolhido; escolher 4 sofredores e desafiá-los para passarem a outro e não ao mesmo"




A banda Pearl Jam.


1) és homem ou mulher? better man

2) descreve-te: dissident

3) o que as pessoas acham de ti? big wave

4) como descreves o teu último relacionamento: not for you

5) descreve o estado actual da tua relação: alive

6) onde querias estar agora? oceans

7) o que pensas a respeito do amor? deep

8) como é a tua vida? garden

9) o que pedirias se pudesses ter só um desejo? immortality

10) escreve uma frase sábia: world wide suicide


Próximos:

Estrelinha

Relaixo

Diabolica

Angelik

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Andar às cavalitas por vezes provoca desequilíbrios.


Não é Dr. Louçã?


In Público

24.11.2008


Mais uns extras do Rui Santos.

Que desilusão!

O Rui Santos hoje encontrou defeitos no Carlos Queiroz.

Bem, os maiores açoites foram no rabinho do Cristiano mas o Queiroz ainda levou uma reprimenda.

Curiosamente todos defeitos que ele encontrou no Queiroz são qualidades do Scolari. Ele há coincidências…

É verdade, já me esquecia, também fez uma revelação brutal. O Paulo Bento critica a arbitragem para desviar as atenções do caso Vukcevic.

Este gajo com este cérebro devia trabalhar na NASA.



sábado, 22 de novembro de 2008

O porquê da preferência por transmissões de jogos do Benfica.

Afinal sempre há um motivo plausível para a comunicação social dar mais atenção ao Benfica.

Ver aqui.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O mal já nem é levar 6…

É que andaram, andaram, e foram arranjar maneira de eu no domingo ter que me deitar tarde outra vez.

É que deve ser um episódio e tanto. Eu nem consigo imaginar que tipo de argumentação vai o Sr. Rui Santos arranjar para defender o Queiroz. E isto deixa-me num estado de ansiedade que ninguém faz ideia.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Papeis invertidos.

- Filhota!

- Diz pai.

- Fazes-me um favor?

- O que é?

- Pedes à mãe, que está na cozinha, uma pedra de gelo?

- Óh pai! Se chego à televisão também chego ao congelador, lembras-te?

E abre a porta da cristaleira.

- Filha mas… cuidado com o copo não te vás magoar.

- Não te preocupes.

Uns segundos depois volta com o gelo dentro do copo.

- Estás a ver como cheguei lá?

- Obrigado filhota.

- Espera que eu quero servir.

Dirige-se ao bar.

- Deixa, o pai serve que a garrafa é pesada.

- Não pai. Eu consigo, queres ver?

- Cuidado não caia…

- Pronto já está. Toma. Quando quiseres posso servir-te, viste?

- Obrigado filha.

Saiu da sala aos saltinhos.



Ainda há pouco lhe servia o biberão de leite e ela hoje serve-me o copo de Whisky.

Isto está a andar muito depressa…demasiado depressa.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Simplesmente os melhores.

Estreou, fui a correr e já vi!

É um bom filme e com extraordinárias representações. Nem outra coisa seria de esperar destes dois senhores.

Gostei e recomendo.

Só não perguntem qual é o melhor actor. Faço-me essa pergunta há anos e nunca encontrei resposta.

Para mim são simplesmente os melhores.



quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Génio que é génio...

Mais um vilão que me agrada.

Miguel Esteves Cardoso é um génio, meio louco é certo, mas não deixa de o ser.

Querem ficar de boca aberta? Então leiam a entrevista que ele deu à ”Sábado” e entre muitas tiradas fiquem a saber, das bebedeiras e mocas que se apanhavam no jornal “O Independente”, que o Paulo Portas dava nos speeds, que esteve sempre drogado enquanto fez a “Noite da Má Língua”, etc…

Frontal, directo e sem vergonha nenhuma na cara, uma entrevista à Miguel Esteves Cardoso.







segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Quem é Bruno Paixão? Eu sei!

Já tenho assistido a jogos em que o Sporting é prejudicado mas não me lembro de um em que o tenha sido tanto e de uma forma tão descarada.

Não está em causa um único elemento do Sporting que mais uma vez me fizeram sentir orgulhoso de ser adepto deste grande clube.

Não há vitórias morais, mas em Portugal temos que ter a capacidade de encaixe para aceitar resultados falsos. Este é um.

Ao FCP não faço qualquer comentário de maior, é-me de tal forma indiferente que tanto se me dá que tenham ganho como não. São medíocres. Conheço o histórico de troféus sujos que detém.

Quanto ao árbitro Bruno Paixão dou-lhe os parabéns por mais uma vez ter conseguido atingir o seu objectivo. De qualquer forma não deixarei de o considerar filho da puta por não ter carácter e não ser honesto.

Quem me dera que ele mesmo sem querer desse com o meu blog, só para eu ter o prazer de ele descobrir aqui finalmente quem é. O filho da Puta.

Desculpem lá a alteração no vocábulo, mas de momento não me ocorre outro adjectivo.

sábado, 8 de novembro de 2008

Paga o mesmo, deixem lá…

“O Tribunal de Felgueiras condenou hoje Fátima Felgueiras a uma pena de multa de 40 dias à taxa de 50 euros e a restituir ao Estado 177 euros, além de três anos e três meses de prisão suspensa por igual período e perda de mandato.”

“Os restantes 13 arguidos, incluindo o antigo presidente da Câmara, Júlio Faria, foram absolvidos da totalidade dos crimes.”

“Os denunciantes do caso, Horácio Costa, antigo assessor da autarca, e Joaquim Freitas, antigo deputado municipal do PS, foram absolvidos, cada um, de dois crimes de participação económica em negócio.”

In Lusa

E nós perguntamos agora:

Então e o resto dos anos de cana quem é que cumpre?

Ah! Já sei.

O Vale e Azevedo dá uma ajudinha e cumpre mais uns anos por esta também.

É ou não é o que eu digo?


quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O poder da caneta.

O poder da comunicação social é incontestável, seja na política ou no futebol tem influência directa na opinião pública. Molda opiniões, conceitos e até verdades e mentiras, dependendo de como é contada a noticia, de como é abordada, de como é interpretada, de como é contextualizada ou descontextualizada. É uma arma poderosíssima.

Não é por acaso que seja na ditadura ou na democracia a luta pelo domínio da comunicação social é o principal objectivo de quem quer perdurar no poder. No futebol é igual.

Movem-se multidões, é possível reuni-las ou dispersá-las consoante a mensagem que é difundida e assimilada.

Isto é tão mais importante quando está em causa um país pequeno onde se espirra em Bragança e se ouve em Faro. Um país que tem um número reduzido de meios de comunicação social com qualidade e os quais assistem ao abarbatar da audiência pela concorrência sensacionalista, básica e intriguista que tem como valor ideal acima da qualidade e seriedade as receitas monetárias. Inevitavelmente, os resistentes ou dissidentes por uma questão de sobrevivência vão-se adaptando ao mau gosto ou à pouca exigência da maioria dos consumidores e vão descendo o nível para agradar ao maior número possível e assim subsistirem. A televisão está cheia de exemplos, da informação ao entretenimento.

Nos jornais desportivos, não é possível assinalar sequer um exemplo positivo visto todos se pautarem pelo mesmo padrão. A venda. E para se vender ou cativar espectadores não há limite, pode muito bem passar pela mentira ou brejeirice.

Não é exclusivo da comunicação social portuguesa, é certo, também nos mercados estrangeiros se passa isto, mas com a diferença colossal de existir uma variedade imensa de estilos, desde os independentes aos assumidamente defensores de determinadas ideologias politicas ou clubes de futebol.

Cá somos mais rudimentares, todos os jornais desportivos falam do mesmo, dão ênfase ao mesmo, pelo mesmo ponto de vista, mas todos se ofendem se alguém lhes põe em causa a isenção.

Em Portugal, a política é coberta a duas cores e o futebol a duas cores é coberto. Se vende bem, chega.

Obviamente o problema não está no jornalista ou em quem tem facilidade de se fazer ouvir na comunicação social ter preferência por determinada cor politica ou cor clubística, não está sequer no emitir opinião a favor dos seus ideais, está isso sim, no facto de fazer uso de um veiculo que não se encontra ao alcance de qualquer um para produzir noticias ou deturpá-las a favor desses ideais e em prejuízo de outrem sob a capa da isenção.

O exemplo abaixo são das primeiras páginas dos três jornais diários desportivos portugueses, com a particularidade de ser a edição do dia em que o Sporting Clube de Portugal participa num jogo da Liga dos Campeões que poderia dar acesso imediato aos oitavos de final da competição a duas jornadas do fim da primeira fase e com isto fazer história no clube, que mesmo contra a vontade de muitos é um dos três grandes de Portugal.


Apreciem e julguem. Eu já o fiz logo de manhã.




segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Ultima hora!

Confirma-se. Luís Jardim está surdo!

É verdade, o conhecido produtor musical que foi júri no programa “Ídolos” da SIC, tendo em conta o currículo, está de facto mouco.

Além destas declarações ao 24Horas a 08.05.2007, «O Zé tem potencial e não desafina nada a cantar, senão não trabalhava com ele. Lançar o CD nos Estados Unidos faz parte dos nossos planos.», acaba mesmo por produzir o disco da “coisa” intitulado "Oui c'est moi" que teve apresentação hoje na Worten do Vasco da Gama.

Para quem tem dúvidas da surdez do Luís, veja o vídeo em baixo da “coisa” em mais um grande momento da nossa televisão.

È p`ro menino e p`ra menina, seja pipi ou pilinha. (Parte II)

Na quarta-feira passada decorreu um protesto em frente à Assembleia da República o qual consistia em vários carrinhos de bebé vazios como forma de demonstrar o descontentamento dos casais inférteis pelos atrasos nos financiamentos prometidos para tratamentos.

Na semana anterior a Direcção Geral da Saúde informou a Associação Portuguesa de Fertilidade que os financiamentos serão pagos a partir do segundo trimestre de 2009. Entre vários problemas por resolver segundo a Associação, está o facto dos medicamentos terem apenas 37% de comparticipação.

Reparem agora no contra-senso.

A baixa natalidade é um problema nacional, até o Presidente da Republica manda o pessoal fazer mais filhos, e depois alguém que deseja tanto ter filhos e com isto ajudar a resolver um problema do país e do governo, acaba por ter maiores apoios para não os ter. Ou seja, para se ter filhos paga-se fortunas, e lá está o número miserável mas usual de 37% de comparticipação em medicamentos.

Se em vez de filhos quiser trocar a pilinha por um pipi ou um pipi por uma pilinha não paga nada.


Extraordinário!

domingo, 2 de novembro de 2008

Por falar em homenagem.

Lembram-se da referência que fiz no post em baixo relativamente à cultura portuguesa para fazer homenagens e dos requisitos necessários?

Pois é, hoje temos mais um grande exemplo desta nossa cultura e neste caso especifico com um picozinho a hipocrisia.

O Badaró morreu vítima de cancro e a RTP resolveu fazer uma homenagem. Não que ele não mereça, porque a merece pelo que nos fez rir, mas talvez tivesse também merecido trabalho muito antes da falta de saúde lhe ter batido à porta e não lho deram.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O Sporting homenagear?! Mas se ainda nem está morto!!!

A cultura portuguesa assim o exige. Para haver homenagem é necessário um dos dois requisitos. Ou estar morto ou por ordem do tribunal.

Se há processos estúpidos em tribunal, este será o expoente máximo.

Sendo eu sportinguista, é impossível ficar indiferente a todo este litígio entre o Iordanov e o Sporting.

Este caso á primeira vista até nem seria motivo de história. Um queria ser venerado e o outro não o queria idolatrar, ia cada um para seu lado e ponto.

Mas em cada história há sempre um iluminado que dá origem á saga e aqui não foi excepção. Houve alguém que se lembrou de escrever uma adenda de conteúdo parvo a um contrato, e olha…

Entretanto a decisão proferida pelos tribunais de obrigar o Sporting a fazer homenagem não deixa de ser a mais lógica, mas com um resultado absurdo.

Imagine-se uma homenagem ao Iordanov, sendo que quem a organiza não tem o mínimo espírito de festa. Que ambiente!

Mas no meio de tudo o que mais me indigna é o Sporting ter criado um problema numa situação em que só poderia ficar bem visto e com isto ganhar.

Uma teimosia estúpida e sem nexo leva a barra do tribunal algo que o Sporting deveria fazer por iniciativa própria e não por imposição da justiça que apenas confirma o que estava previamente acordado.

O Iordanov terá sido sem margem para qualquer dúvida, uma das maiores figuras do Sporting de todos os tempos, e apenas não é reconhecido como tal porque ficou em Portugal a amar a camisola que vestia em vez de a trocar por uns milhões. Logo, se não sai por muito dinheiro é porque não vale o esforço de uma homenagem. Nada mais errado.

O Iordanov não jogou a guarda-redes mas provavelmente terá passado por todas as outras posições dentro de campo onde era necessário e nunca teve a arrogância de discutir com um treinador a posição em que jogava, algo que agora está muito na moda para os rapazinhos que lá andam de carteira cheia.

Foi um bravo quando todos já o viam tombado por uma infeliz doença diagnosticada, ergueu-se e voltou a brilhar em campo de leão ao peito a mostrar-se presente se fosse necessário.

O Iordanov foi um verdadeiro capitão. Não merecia de todo um tratamento destes após terminar a carreira.

A ingratidão é um defeito que abomino e o meu clube neste caso especifico revela-se assim. Ingrato.

Estivesse eu no lugar do Iordanov e não haveria acordo algum para a resolução do processo que não passasse pela homenagem e depois da marcação desta, mandava os dirigentes do Sporting enfiá-la no befe e avisava que não iria estar presente.


Tenho mau feitio, fazer o quê?

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Os Vilões agradam mais.

Não sei porquê, sempre tive uma tendência forte para valorizar alguns vilões irresponsáveis e minorar alguns anjinhos.

Ontem fiquei agradavelmente surpreendido com a notícia de que Diego Maradona vai ser o novo seleccionador da Argentina.

Poderá vir a revelar-se um “flop” mas eu continuo a admirar o grande jogador que foi e a sua personalidade humilde de puto crescido, tal como aqui já o havia dito.

Pelo contrário, fiquei triste quando soube que Cindy Crawford se mascarou de Amy Winehouse para ir a uma festa de Halloween. Além da cabeleira postiça e todos os outros acessórios semelhantes aos da Amy ainda levava uma substância branca colada junto ás narinas.

Sou adepto de bom humor, mesmo que por vezes negro ou corrosivo por isso não ponho em causa a ideia do disfarce. Apenas não consegui sorrir porque imaginei o pai da Amy a ler a notícia, aquele senhor simples que é taxista e já chegou a desejar morrer ao saber de algumas notícias da filha.

Não sou grande fã da Amy, mas lá está a tendência. A vilã/génio Amy Winehouse e a carinha de anjo/básica Cindy Crawford.

PS - Eu gostava mesmo era de ter o Maradona a treinar a nossa selecção.

Podíamos não ganhar nem uma taça mas acabava-se o pó nas medalhas.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

È p`ro menino e p`ra menina, seja pipi ou pilinha.

Há coisas que quanto mais tento perceber menos entendo.

Entre vários exemplos ocorreram-me estes.

Um asmático tem uma comparticipação mínima nos medicamentos utilizados diariamente para tratamento.

Por exemplo, um dos medicamentos de prevenção custa 50,89 € tem uma comparticipação de 37% e fica em 32,06€.

Quem toma medicamentos por que é doente de nervos tem também 37% de comparticipação nalguns medicamentos.

Quem pretende vacinar os filhos contra as diversas variantes da doença meningite tem que pagar por inteiro algumas das vacinas que ainda não fazem parte do plano nacional de vacinação.

Se alguém quiser trocar o pénis pela vagina ou a vagina pelo pénis, uma operação que tem um custo médio no estrangeiro entre os 10.000€ e os 15.000€, em Portugal o estado comparticipa a 100%.

Em que ficamos, a homossexualidade é doença ou não?

domingo, 26 de outubro de 2008

Afinal há barracas nas Mercês.

Pouca gente soube e eu não estou incluído nos que sabiam.

Tive conhecimento ontem que afinal a câmara de Sintra cedeu ás pressões dos feirantes e lá deixou o pessoal montar as tendas na última semana, a que resta.

Como não podia deixar de ser lá fui dar uma espiadela à tardinha para ver o que se passava, e meus amigos, havia mais policia por metro quadrado que pedras. Clientes nem vê-los, barracas, meia dúzia de resistentes, musica, só da tenda da caipirinha de um brasileiro animado e o fecho era ás nove e meia da noite.

Não digo que os feirantes tenham feito mal em pressionar a câmara de Sintra para a realização mesmo que nestas condições, afinal é o ganha-pão deles, mas não sei o que é mais deprimente se o cenário que lá encontrei, um esboço de feira com uma semana de duração por caridade, se não haver de todo este ano e ter esperança que no próximo ano faça esquecer este.

sábado, 25 de outubro de 2008

Hoje é um dia especial!


É realmente um dia especial. Este blog celebra hoje o seu primeiro aniversário e como dia de festa que é arranjei-lhe esta roupinha nova.

Que tal?

Obrigado a todos os que aqui têem vindo deixar um bocadinho do seu precioso tempo.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

A velhinha Feira das Mercês.

Mais que revoltado, estou triste.

Este ano já não se realiza a velhinha Feira das Mercês que acontecia uma vez por ano. Uma morte anunciada é certo mas faz sempre pena e principalmente pelo motivo que é. A segurança.

Durante a minha adolescência frequentei a Feira das Mercês de dia e de noite sem medo de o fazer a qualquer hora. Mas já há meia dúzia de anos que deixei de lá ir pelo ambiente que se sentia, quando passava perto comprava uma fartura à entrada e seguía caminho.

Recordo com saudades o tempo em que lá andava até horas tardias nos carrosséis, mais tarde e mais crescido, com colegas nos restaurantes a comer a saborosa carne ás Mercês acompanhada com malgas de água-pé e com o cheirinho do coirato assado na brasa.

Se me perguntam então achas mal que não se realize? Não. Tenho é pena.

A GNR fez um parecer em que desaconselha a realização da feira por motivos de segurança e ninguém melhor que eles para avaliarem a situação.

Segundo a Câmara Municipal de Sintra também não existem grandes condições de nível técnico e sanitário. O local onde é realizado o evento irá ser alvo de obras e remodelação, aliás, que há muito deveriam ter começado.

De qualquer forma quando se voltar a realizar, e espero que brevemente, não será igual, uma das alterações é encerrá-la muito mais cedo.

Uma pergunta pertinente.

De quem é a culpa da falta de segurança?

Eu sei. Eu e quem lá ia. É de quem não faz ideia que a feira é centenária e faz parte da tradição de uma freguesia, de um conselho e de um país que teimam em não respeitar. É de quem não tem raízes em lado nenhum e nem procuram ganhá-las. É de quem, com o pretexto reles e nojento de que não está integrado, invade o que é nosso e estraga.

Ai! O que eu gostava que o Sr. José Falcão, homem de sabedoria e multicultural se pronunciasse acerca do tema. É que tem motivo para isso, afinal, muitas das minorias que lá têm o seu negócio de sustento são prejudicadas. O problema seria justificar a acção das minorias que destroem o que é da maioria.

Faz-me pena.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Os dentinhos do Emplastro.

Acho que o Emplastro deve ser o único adepto do Futebol Clube do Porto que ficou com vontade de mostrar os dentes mesmo depois da derrota hoje com o Dínamo Kiev.


segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Tempo Extra = Tempo Perdido.

O programa Tempo Extra deixou de ser um programa de comentário e análise desportiva para passar a ser um programa de tempo perdido.

Um dos problemas do Rui Santos, artista principal, é que lhe confiaram muito tempo de antena.

Rui Santos tem que ser tipo Mantorras, joga só 10 minutos e chega. No caso deste comentador, dar-lhe mais que dez minutos é pecado, começa a analisar pouco e a utilizar o tempo que tem para atacar quem lhe apetece e defender quem não merece.

Mas lá diz o ditado “Pela boca morre o peixe”.

Acabei de ver o Cristiano Ronaldo levar uma tareia do Rui Santos devido ao empate da selecção nacional com a Albânia, segundo ele, de resto esteve tudo aceitável excepto a entrada de Nuno Gomes que talvez devesse ter sido mais cedo.

É deprimente assistir ás alegações defensivas feitas por Rui Santos em nome de Carlos Queiroz.

Nada tenho contra Carlos Queiroz que considero um excelente profissional, mas acaba a levar por tabela.

Rui Santos é ridículo ao ponto de tentar transmitir com grande confiança no que diz, as ideias do seleccionador nacional como se tivesse falado com ele e este lhe tivesse confidenciado porque pôs fulano “A” a jogar e não “B” ou porque escolheu a táctica “X” e não a “Y”.

Mas mais grave que isto é o facto do senhor não discernir o que é bom do que é mau. Para ele qualquer coisa que Queiroz faça é boa, tem atenuantes ou tem uma explicação benevolente.

Reage exactamente ao contrário da época em que era Scolari o seleccionador nacional.

Scolari fez tudo mal. Queiroz faz tudo bem ou com boa intenção.

Scolari punha a equipa a jogar mal, e não convocava os melhores. Queiroz põe a equipa a jogar bem e convoca os melhores.

Só que…Scolari ganhava jogos e a confiança dos portugueses e Queiroz empata ou perde jogos e com isto, a confiança dos adeptos da selecção.

Não sou um defensor acérrimo de Scolari e já aqui o revelei, mas consigo valorizar e reconhecer o que é de valor.

Ao Rui Santos incomoda o sucesso dos outros e tem alvos claramente definidos. Com a saída de cena do Scolari, e o silêncio de Luís Filipe Vieira, resta-lhe aquele que mais prazer lhe dá para a descarga do veneno que o seu organismo produz, o Sporting, passando pelo seu presidente, pelos jogadores e principalmente por Paulo Bento.

Confesso que há muito não assistia ás conversas de Rui Santos ao domingo á noite porque me chateia, maça-me. Mas não pude evitar a curiosidade de ouvir as barbaridades que se adivinhavam a partir do jogo da selecção nacional com a Dinamarca. E ultimamente acabo de rir com o Gato Fedorento e começo novamente quando mudo para a SIC Noticias.

O programa que me dá prazer assistir neste canal chama-se “Dia Seguinte”, porque aqui há críticas, há alvos, há conceitos e ideias defendidas com as cores dos clubes que as suportam perfeitamente identificadas, não como no “Tempo Extra”, que supostamente deveria ser um programa sério de análise e critica futebolística e sai um programa de fantochada onde um iluminado divaga sem direito a resposta e defende este ou aquele indivíduo consoante a simpatia que nutre por ele.